Brasileira Deportada ICE Trump: O Caso Amanda Ungaro e os Direitos dos Imigrantes

A brasileira deportada ICE Trump — expressão que resume o caso de Amanda Ungaro que chocou a comunidade brasileira imigrante nos EUA — tornou-se um dos episódios mais comentados da semana em todo o país. A ex-modelo e ex-embaixadora foi detida pelo ICE após Paolo Zampolli, aliado próximo do presidente Donald Trump, contatar diretamente um alto funcionário da agência em meio a uma disputa judicial pela guarda do filho do casal. Para mães brasileiras imigrantes em Orlando, entender o caso da brasileira deportada ICE Trump é fundamental para conhecer os riscos e os direitos da comunidade.
Índice
O caso da brasileira deportada ICE Trump: o que aconteceu
O caso da brasileira deportada ICE Trump começou em junho de 2025, quando Amanda Ungaro foi presa em Miami sob acusações de fraude num spa médico onde trabalhava com o atual marido. O que poderia ter sido um processo criminal comum tomou outro rumo quando Paolo Zampolli, empresário italiano-americano creditado por ter apresentado Donald Trump à futura primeira-dama Melania na década de 1990, ligou diretamente para David Venturella, então alto funcionário do ICE, sugerindo que Amanda estava irregular no país.
Segundo reportagem do New York Times publicada em março de 2026, Amanda foi transferida para custódia federal do ICE após a ligação de Zampolli. Em setembro de 2025, ela pediu deportação voluntária ao Brasil. O filho adolescente do casal viajou com ela em novembro, mas retornou aos EUA até o final do ano e passou a viver com o pai. O caso brasileira deportada ICE Trump ganhou repercussão mundial por evidenciar como conexões políticas poderiam influenciar o funcionamento da agência de imigração.
Quem é Amanda Ungaro, a brasileira deportada pelo ICE?
Amanda Ungaro é uma empresária e ex-modelo brasileira que viveu nos Estados Unidos por vários anos. Ela foi embaixadora do país caribenho de Granada nas Nações Unidas por determinado período. Amanda e Paolo Zampolli tiveram um filho juntos e, após o fim do relacionamento, a disputa pela guarda da criança tornou-se longa e contenciosa, culminando no episódio que transformou Amanda na brasileira deportada ICE Trump mais comentada de 2026.
Amanda vivia nos EUA e estava envolvida em um negócio ligado a serviços estéticos em Miami quando foi presa em junho de 2025. A partir daí, o envolvimento de Zampolli com as autoridades de imigração transformou uma disputa familiar numa questão de alcance político e jornalístico internacional, atraindo atenção de veículos como o New York Times, ISTOÉ e Brazilian Times.
O papel de Paolo Zampolli no caso da brasileira deportada ICE Trump
Paolo Zampolli, que atualmente ocupa o cargo de enviado especial do presidente Trump para parcerias globais, confirmou ao New York Times que fez a ligação para David Venturella, mas negou ter pedido explicitamente a detenção ou deportação de Amanda. Segundo Zampolli, o objetivo era apenas “entender o processo” e informar que ela poderia estar irregular no país. O caso brasileira deportada ICE Trump levou a questionamentos sobre o uso político da agência.
O Departamento de Segurança Interna (DHS) manifestou-se afirmando categoricamente que “qualquer sugestão de que ela foi presa e removida por motivos políticos ou favores é FALSA”. Venturella deixou o ICE pouco depois do episódio. No entanto, o fato de um aliado próximo do presidente ter ligado diretamente a um alto funcionário da agência sobre o caso de sua ex-companheira gerou questionamentos legítimos sobre a independência do ICE em casos envolvendo pessoas com conexões políticas.
A reação da comunidade ao caso da brasileira deportada ICE Trump
O caso da brasileira deportada ICE Trump gerou forte reação entre organizações de defesa de imigrantes e na comunidade brasileira em todo o país. Advogados de imigração alertaram que o episódio ilustra como imigrantes podem ficar vulneráveis quando há interferência política no funcionamento de agências governamentais, independentemente de sua situação migratória.
Para a comunidade brasileira em Orlando e na Flórida, o caso serve como um lembrete da importância de conhecer seus direitos e de ter suporte jurídico especializado. Organizações como a Florida Immigrant Coalition oferecem recursos e orientação gratuita para imigrantes que enfrentam situações de detenção ou risco de deportação.
O que o caso da brasileira deportada ICE Trump significa para imigrantes nos EUA
O caso brasileira deportada ICE Trump vai além de uma história individual. Ele destaca a fragilidade do status migratório de muitos brasileiros nos EUA e a importância de manter a documentação regularizada. Também evidencia como influências externas podem, em tese, afetar o tratamento de imigrantes pelas agências federais.
Para mães brasileiras imigrantes em Orlando, o recado é claro: conhecer seus direitos, manter documentos atualizados e ter contato com um advogado de imigração de confiança são medidas essenciais de proteção. Para mais informações sobre como proteger sua família em tempos de fiscalização intensa, acesse nosso artigo sobre direitos dos imigrantes brasileiros diante do ICE em 2026.
Direitos de imigrantes brasileiros diante do ICE em Orlando
Independentemente do status migratório, todo imigrante nos EUA tem direitos constitucionais garantidos. Em qualquer abordagem do ICE — especialmente em casos como o da brasileira deportada ICE Trump — você tem o direito de permanecer em silêncio e não responder perguntas sobre sua nacionalidade ou status migratório, o direito de recusar uma busca na sua casa sem mandado judicial assinado por um juiz, o direito de contatar um advogado antes de assinar qualquer documento, e o direito de fazer uma ligação telefônica se for detido.
Nunca assine documentos sem entender completamente o que está assinando e sem orientação jurídica. Uma das lições mais importantes do caso brasileira deportada ICE Trump é que pedir deportação voluntária tem consequências jurídicas permanentes. Para entender suas opções antes de tomar qualquer decisão, consulte sempre um advogado de imigração. Para saber mais sobre o processo de regularização, veja nosso guia sobre EAD work permit para imigrantes nos EUA.
Aviso: Este artigo tem caráter informativo e jornalístico. Não substitui a orientação de um advogado de imigração licenciado. Em caso de detenção ou risco de deportação, procure imediatamente um advogado de imigração de confiança.